Livraria Cultura

sexta-feira, 29 de junho de 2012

FRIEZA DO DIA ADIA



                                                                     

           Falar coisas que não adiantará nada nem transformará situações que nos incomodam e muitas vezes tentamos nos entristecem. Como assim simplesmente como o “calcanhar de Aquiles”. Dói viu! Mas? a gente vai vivendo com esses infortúnios até onde a vontade de Deus permitir. Muitas vezes a dor faz parte de um cenário sem alterar a seu valor, assim como um nascimento de uma criança. A alegria do nascimento ofusca completamente o dissabor.
              Um autor, em uma de suas músicas disse que “o charme das canções são suas frases banais, são seus ais, seus ús e ãos”, será que é o charme da vida também? Levando em consideração, aquele chorinho antigo, ”chorinho chamado Deom”, diz “que ninguém não chora mais por  ninguém”, será que acontece isso mesmo? Esta vida é mesmo cheia de contradição, mas cada um expressa seus sentimentos como sabe, ou como pode, esta é a verdade nua e crua. E ainda outros não sabem ou não conseguem. 
               O mundo está congestionado de pessoas, de opiniões, ideias sofisticadas, argumentos para tudo se tem. E as coisas vão tomando formas, repetitivas. Sabe por que eu estou escrevendo isto? Numa manhã eu liguei a TV e estava passando um programa novo, ”encontro...”, e nos reclames do plim, plim, já havia uma propaganda de um programa novo, o “na moral”. Gente é tanta informação, que se você quiser não precisa sair de casa e estar à par de tudo na vida. E logo cedo, o mundo estar dentro da sua casa e para muitos, dentro de si mesmo. Sinceramente, eu fico impressionada porque são assuntos parecidos e basta dizer que é sobre tudo, mas sobre tudo mesmo! A sucessão de programas com essas informações são interativos, e abordam os mesmos assuntos, (me perdoem se eu estiver errada). Por que não faz um programa só, com uma só pessoa, ficaria menos cansativo, não ficava? 
             O assunto que prefaciei, no que diz respeito a se expressar é porque eu não tenho nada haver com essas coisas, só que eu entendo e preciso dizer que eu não vejo melhora na sociedade, vejo sim, como se as pessoas estivessem usando ópio. As Marias todas indo com as outras, formadas na mesma academia de futilidade. Os bons profissionais da informação, preferem esconder seus talentos e se tornarem simplórios. É uma pena! Seria muito bom se as coisas  fossem mais simples, não simplórias. A simplicidade também tem sua sabedoria, na maioria dos casos, ela ensina com mais eficácia aqueles que realmente querem aprender.
            Gostaria de pedir desculpas aos que não pensam igual a mim, mas que entendam, vejam ao seu redor, notem que esse “impanturramento” de informação deixam as pessoas  dispersonalizadas, e com isso os humanos perdem a autenticidade. De repente, todo mundo está igual. Ainda não é um ponto final. Eu digo que ainda não é um ponto final, porque as vezes, o próprio apresentador percebe que ele pode elaborar assuntos mais, como posso dizer?... Mais úteis, mais voltados para uma realidade, para assuntos que haja os dois lados da moeda.  
           Bem, é assim que eu penso, sei também que a maioria das pessoas não para, nem sentem a necessidade de  refletir sobre esses assuntos. Porém isto é elementar...

                                                              CLARA3AMORES

sábado, 23 de junho de 2012

ALGUMAS LEMBRANÇAS...

                                         


Preservar o coração de algumas emoções é tão difícil como quem perde alguém, a saudade esmiúça nosso coração, porque o que era já não é mais. Hoje é um dia de “banzo”, não posso negar, isto nesse momento. Mas por que isso? Simplesmente porque hoje estou relembrando momentos bons em família, meu pai, minha mãe, meus irmãos, cheirinho bom de canjica, pamonha cozinhando no fogão, uma peneira urupema em cima de um caldeirão grande, e mamãe colocando as pamonhas quentíssimas na urupema e papai ajudando ela no mexido da caldeirada da canjica “cuidado para não embolar”, mamãe dizia isso várias vezes. A casa, tinha cheiro bom, tudo misturado, mais fácil para se distinguir um a um, o cheiro da canjica, o da pamonha, o cheiro dos nossos vestidos engomados a capricho, com bicos e fitas, e o cheiro de fumaça, um friozinho característico do mês de junho. Não posso negar esses momentos, porque eu me sentia tão alegre, todos se sentiam alegres.    
A saudade, que me é arremessada nesta época, não são por essas coisas em si, mais porque  estávamos juntos,  não sabíamos nada quanto ao nosso futuro e não estávamos também preocupados com isso, porque o que tínhamos nos bastava. A minha família era como, e é, como qualquer outra, mais havia respeito, carinho, e consideração, era um por todos e todos por um. Viver em família hoje é quase um fenômeno, o mundo mudou mesmo, e os que não têm afeição natural, são apáticos, insensíveis à família, não conseguem intender que o tempo passa, e não dá desconto a seu ninguém.
Eu sei que as cabeças funcionam diferentes, mais em vias de fato, já vi muita gente chorar o leite derramado, como já vi também, gente querer recuperar o que estar totalmente impossibilitado, aí vem clássica frase: “por que eu não fiz isso ou aquilo”, “ah! Se o tempo voltasse”, e agora meu irmão? O tempo não volta não, só porque você precisa que ele volte.    
O mundo está oferecendo muitos entretimentos, e as  coisas estão mudando rapidamente, e os que são fracos sem consciência da importância estruturar uma família, vivem ou querem viver a sombra de outra. Mais isso é fácil de entender. Isso acontece muito quando são imaturos, e não veem sua casa como um lar, ficar juntos não basta, depois o mundo mudou mesmo, e alguns não se dão conta, que os tem sorte, de ter uma boa família, de usufrui-la por não entender que o tempo voa.
Parece-me que foi ontem, esses momentos que relatei no princípio. Vi meu pai com sua vitalidade, forte, trabalhando, e como que num momento depois, eu estava o banhando sentindo os seus ossos, frágeis, não tinha mais altiveis em sua voz, até que ele tentava, mas não à tinha mais.
Hoje, todos esses pensamentos me acometeram, porque eu os vivi, e não sofro de remorso, nem pelo leite derramado (já escrevi isto?), e esse sentimento que eu não sei ainda o que é, me tranquiliza, por ter tido responsabilidade, e por ter amado papai e mamãe, eu só não sei se o tanto que eles mereceram, e não foi preciso eu os perdê-los para eu entender isso.
                Por mamãe tento ser uma rosa
             Por papai me esforço para ser uma rocha”.

       

quarta-feira, 20 de junho de 2012

FALAR DE QUEM NOS TEM CARINHO É FÁCIL


                                                                             
                                                                               
                       

                                                                  Mocinha Afro
                                                  



Que lindo cartão, clássico, próprio para uma inhá.



Não precisava da mocinha para lembrar de você.


Existem pessoas, que a gente não imagina que façam um desdém, uma indelicadeza. Minha gente querida, como sou agradecida a Deus por meus amigos! E alguns surgem, simplesmente surgem. Adornam nossas vidas, sim, as tornam mais bonita e alegre. Falar de bons amigos é facinho, facinho. 
Um professor que eu tive me dizia sempre: “um amigo bom e fiel, vale mais que um tesouro”. É uma verdade, ele está entre esses amigos inesquecíveis. E infelizmente, outros não souberam valorizar a amizade sincera que eu tinha, ou melhor, tenho para oferecer.
Cristina e Rita, uma dupla implacável na hospitalidade e em fazer bem ao próximo, se alguns, em algum dia, não reconheceram a amizade que tenho para oferecer, é ou foi lamentável, porque o que eu, como pessoa, tenho a oferecer de maneira absoluta é minha amizade e gratidão, inclusive aos amigos que leem o que escrevo e fazem comentários tão amáveis, carinhosos, que eu posso até sentir aqueles abraços prazerosos e espontâneos.
                                                                       
                                                                                                  CLARA3AMORES




terça-feira, 19 de junho de 2012

EU AMO OS ANIMAIS E SEI QUE ELES PODEM ME AMAR


PARA OS CÃES QUE TENHO E OS CÃES QUE PERDI OLHANDO PARA MIM COMO SE DISSESSEM QUE ME FORAM SINCEROS. EMBORA CONHEÇA A DOR DE PERDER PESSOAS.

                              MUITO LINDA ESSA MÚSICA !                         
                                             
            Para mim é insuportável ver ou saber dos sofrimentos que as pessoas estão causando com suas indiferenças, se tornando cúmplice da devastação e maus tratos para com animais selvagens e domésticos. Richard em seu programa mundo animal fez revelações catastróficas sobre os animais que fogem das florestas por causa das queimadas e das devastações do meio ambiente. Eles fogem, coitadinhos, mutilados, queimados, atropelados nas rodovias abandonados pelos seus donos sem coração. O que alguns poucos, se preocupam com os animais, em ter um lugar para tratar e cuidar desses animais, para mim é um ato de bravura e sensibilidade humana.    
             O que acontece, é que gente de  dinheiro preferem comer, carne de anta, tatú, e outros, animaizinhos do que comer algo mais natural, por assim dizer. São pessoas estúpidas, cegas, perversas, que sabem a situação do nosso planeta e ainda assim promovem a extinção de animais belos que reinavam em nossas matas em plena liberdade. Não consegui sofrer por esses animais, até hoje, não consegui e acho que nunca conseguirei, faz parte do meu lado descontrolado, é essa palavra mesmo! É muito difícil saber que os humanos não entendem, que os animais tem olhos,” nariz”, boca, ouvido, órgãos internos e externos parecidos com  os nossos e que eles sentem dor, desalento, desentendimento do que lhes acontecem. São vulneráveis porem, e pouquíssimas pessoas se colocam no lugar deles.
                  Andando nas ruas podemos ver o
” festival” de cadelas e gatas prenhes vagando sem sentido, muitas vezes abandonadas por quem as criavam com certeza, o contrário não aconteceria, esta é a verdade! Parece que quanto mais ha civilização, mais abandono, mais egoísmo, mais desumanidade. Eu não acredito que se fosse o contrário, os animais não agiriam assim com os homens.  
                     Os animais entendem melhor a nós do que nós a eles. A ética deles é pura, eles respeitam a natureza dos seus ciclos, se dermos oportunidade, eles nos amarão, com toda certeza.
                       As baleias, estão se matando instintivamente, elas sabem e sentem que mar não pertence mais à elas. Algumas suicidam para mostrar ao mundo que o mundo não é mais o mesmo. Em cada derramamento de óleo no oceano as avezinhas do mar vem agonizar na areia coalhada de óleo, com outras espécies de belos animais feitos caprichados por Deus  para nós cuidá-los, apreciá-los, e amá-los.
                       Amar os animais é inerente à minha personalidade, me frustro em saber e em não poder fazer algo imediato por eles que não podem reinvidicar nada.
                     E os humanos, Clara? Ah, os humanos, é mesmo! Sofro pelas crianças também, aos humanos adultos, suas cabeças, suas sentenças.
                       Pensar também que no futuro essas coisas vão deixar de existir não diminui minha ansiedade e repúdio relativo a esse assunto. E estou deixando a flora, nossa rica flora para outro momento. Já é outro assunto.



                  Chante com seus filhotes. Ela nos ama e é muito agradecida por tirarmos da rua.



                      Minha linda filha com meu América Starforshire, Brad, meu xodó e de todos.


                                        Tão pequena, agora já é mãe. Juliete, minha querida.


Kíki e Mila contemplam o amor de Clarissa e Jonas.


Este Branquinho lindo irmão de Juliete, tem dois anos e meio.
Fiquei com eles no meu quarto até ficarem grandinhos, um dos meus queridos!


Tito, meu grande amor perdido, vítima de uma fatalidade. Como te amei, Tito!


Elza, minha fofolete,a daminha número 1, companheira de quarto.




Síssi, minha pequena, a daminha número 2, companheira de quarto.
Eu gostaria de ressaltar, que tenho mais 13 cães além desses. Eu bem que queria dar a todos o conforto que todos esses amigos merecem.


                       Existe uma profecia que "Deus irá satisfazer o desejo de toda coisa vivente."
                       E eu e minha família acreditamos nisso.


                                                                                        CLARA3AMORES







segunda-feira, 11 de junho de 2012

CAMINHÃO TOMBADO E O AMOR DE UM PAI

                                               

                    Os dias passaram, 5 dias, o corpo todo paralisado, preso pelas ferragens, só uma mão se movimentava e foi com essa mão, que ele pegava as laranjas e as comia durante esses infindáveis 5 dias. Sobreviveu em baixo de um caminhão que tombou em um barranco altíssimo numa rodovia, deserta pouco transitada no momento. Ninguém encontrava Renato. O barranco era alto demais, impossível a Polícia Rodoviária Federal encontrá-lo. Renato até ouvia os carros passarem na rodovia, mergulhado nas laranjas que carregava. Como sempre digo, o amor é definido por ações positivas e definitivas, é a força motriz que move os bons seres humanos. Movido por esse sentimento o pai de Renato sai de carro a procurá-lo e rastreá-lo. Desse acontecimento fatídico, o pai não esqueceu que Renato o havia dito seu roteiro de viagem. Ele percorreu todo o caminho, o estradeiro que  seu  filho o havia lhe dito, então ele saiu à sua procura de barranco em barranco. Deu muito trabalho, mas o que é isso para um pai com desejo de encontrar um filho querido? E ele o encontrou, que felicidade! O socorro foi chamado imediatamente e tiveram muito trabalho para tirar Renato daquela condição, mas tudo deu certo.
                      Mas afinal, Renato era um jovem dependente? Submisso, ou dono dos seus atos? Dono dos seus sim, porém filho, um homem de 42 anos de idade, caminhoneiro de profissão. Filho, amigo e presente, humilde com certeza.
       Que bela experiência de amor!!!
              

Eu não conheço você, Renato, mas estas orquídeas do meu jardim são para você!!


        Hoje é sábado, 9 de junho de 12 e pensei em Renato tomando suco de laranja no hospital, dizendo que aquele suco era vida. Ai, ai RENATO!
















                                 

FALAR DE CASAMENTO NÃO É FÁCIL

                                                      
                      Estou falando de casamento, porque abordei o assunto relacionamento entre homem e mulher mas não dentro do casamento. Isto é muito importante para mim, como já falei em “Clara3amores”, o que o casamento foi    e no que ele passou a se tornar para mim.  Todas as coisas podem ser transformadas, mudadas, esquecidas, ou ignoradas fatidicamente, ás promessas feitas no passado, antes do casamento. Que isto nunca aconteça!
                         Nunca, nunca, nunca, dentro de um casamento a paz é imprescindível! Meus pais se anulavam em prol dos filhos, o zelo pela família, concordo muito com isso, mas as vezes parecia um fardo. Com isso, eu já não concordo muito, só  um motivo: porque eu muitas vezes fui igual a ele e isso não foi bom para mim, eu não tinha a estrutura dele. Às vezes ele ficava de “lundum”, mamãe dizia, depois passa. Hoje eu vejo que era o     peso da responsabilidade e com o temperamento forte. E cá com meus botões eu sei que ele sofria porque eu sofro também, mesmo sabendo que não precisa ser assim. Uma sobre carga não é todo mundo que suporta e eu desejava outras coisas não só suportar!  Eu não suportei mas dei conta do que me cabia.” Quem sai aos seus não degenera ”. Embora não  concordando com meu pai, porque eu sei que o casamento é bom e é onde o homem e mulher podem se completar, o temperamento pode até ser forte, mas compensar com um pouco de brandura. Para que ter arrogância? Afinal se o dia for ruim pior será a noite.
                         Desemprego, doença, carência, solidão, há até para os que não são casados. Responsabilidade até uma criança precisa ter e se exigir dela é preciso e saudável. Por quê então culpar só o casamento? Se o vilão fosse a instituição os separados não se casariam mais, não é verdade?               
                   Quando o casamento não da certo, seja de quem for, os dois foram maus para o outro e para se mesmo.
                       A expressão que Roberto Carlos usou, côncavo e convexo, foi adequadíssima ao homem e a mulher quando procuram dar certo. Sinceramente quando penso no côncavo com côncavo e convexo com  convexo eu não entendo a escolha, eu não compreendo, despombaliso mesmo. Mas quem sou eu para responder pelo mundo?
Então gente, se o casamento estiver apático, se você o primar dê um baculejo, faça-o melhorar, não troque de problema, é bem possível que isso venha acontecer se o casamento não for valorizado como deve ser.
                      O Rei Salomão aconselhou: “compras a própria VERDADE e não a vendas – SABEDORIA, DISCIPLINA, e COMPREENSÃO”. Prov. 23:23
        Mesmo meus pais não estando vivos, eles estão mais presentes do nunca. Ao que diz respeito a companhia, ah companhia! Saber ser um bom companheiro, é ter um dom, é ter a graciosidade de fazer o outro se sentir bem, pelo que fala, pelo que pensa, pelo modo de agir e dar segurança. Alguns mortos conseguem isso pela lição de vida que deixou. É isso que eu sinto em relação aos meus pais e amigos que contribuíram na minha formação e na minha visão de ver o casamento, não como o vilão, mais que o homem com sua imperfeição o forma uma caricatura, não uma obra de arte legítima.


                    Eu e valmar, o meu e o de sempre...


                                                            " ROSE", de J.W WATER HOUSE
                                 

                             CLARA3AMORES



sexta-feira, 8 de junho de 2012

XUXA 4.9

                                        
                                   
                                                           
                                               

    

Dia vinte de maio, Xuxa apresentou ao “Fantástico” um monólogo, que emocionou todos que a assistiram. As declarações foram muito fortes e inesperadas, mas corajosa, tem raça a rainha dos baixinhos. Declarações tão fortes não é qualquer pessoa que encara, um mito, com verdades doídas e que deixaram marcas indeléveis. Fiquei triste pelos abusos sofridos, na verdade é mais um caso de “infância roubada”. Porém, mesmo sendo rainha com simplicidade, falou das suas aspirações que toda mulher sente e que muitas mulheres não tem coragem de falar a alguém, imaginem para todo Brasil!                            
As mulheres nascidas na década de 60 têm realmente um “it” e  “cabelo na venta” e não tem medo de abrir as emoções, elas sabem, as vezes fragilizadas, as revelar com  elegância e cacife. Algumas podem até ser mais desvairadas  mas  correm atrás do prejuízo.
Gente cadê os tiozões? Precisam aparecer para essas mulheres cheias de hormônios saindo pelo ladrão e com tanto amor para dar! Eles têm e precisam se reavaliarem, ééé até os casados “borra botas” que acham que as meninas como eu e Xuxa aos 4.9 temos de ficar quietinhas. Deixo claro como o dia que meu marido está fora dessa bagaça do gênero masculino. Ele é meu SENNA.
As quietinhas não devem ficar chupando o dedinho não, têm, que reeducar os maridos, ensiná-los a usar “ chuteiras “ novamente, porque estavam penduradas, lembrar que estamos no século 21 e a tecnologia médica muito bem podem ajudar os que se amam e estão juntos.
Desejo de todo meu coração que todas as mulheres que sofreram abusos, explorações de alguma forma, se superem, não olhem para trás, façam como Xuxa, procurem ajudar, os que passaram pelo mesmo problema podem sim viver com a ajuda necessária e a de si mesmo. Que seus companheiros, sejam homens de verdade, que as  elogiem, que não sejam garanhões, reprodutores nem bombados, sejam simplesmente homens com H.
Não existe contra indicação para o afeto, carinho, ternura, selinhos inesperados, cultivo do bem viver. E esta bula serve para todas as idades. Coisas boas inesperadas são  o tempero da nossa vida!
A verdade é que um Senna não surgirá mais na vida de Xuxa, alma  gêmea  não sei, mas alguém muito especial aparecerá com certeza! Afinal a humildade dela refletiu um interior igual ao de todas as mulheres e como rainha ela não perdeu a majestade!
                                                          CLARA3AMORES

VISITAS NO MÊS DE MAIO

Gosto de ver minha casa com pessoas, visitas, família. Este mês os pais da minha nora vieram do Paraná e trouxeram um casal amigo e foi muito bom. Depois minha irmã e o esposo chegaram também, foi melhor ainda. Casa cheia!
Às vezes eu nem gosto, por incrível que pareça ficar junto. Mas gosto de ver as pessoas para lá e para cá, todo mundo conversando na minha cozinha, tirando foto, Valmar mostrando fotos antigas e coisas dele e eu só ouvindo, curtindo as vozes, os assuntos e dando vazão à minha mente, sozinha, “que besteira,” ”coitada agora ficou triste”. Eu gosto de ficar vendo ouvindo estas coisas, depois dou uma palinha com meu repertório de besteirol, fico cansada e volto para meu campo de observação.         
    Eu sou assim! Me revelo nestas coisas e que são legais...

                                                     clara3amores

SERÁ SERTANEJO, SERÁ UNIVERSITÁRIO?

                                     ISSO É SERTANEJO

           Não sou chata, não! Sinto muito pessoal, me desculpem se não vou agradar. Tenho que ser verdadeira.
     “Vou dar uma fugidinha com você”
        Nossa assim você me mata!”
          “Lê, lê, lê se eu te pego você vai ver!”
          “Tchê, tchê, rê, rê, rê, tê ,tê”
  
          Eu não consigo entender como se pode chamar este estilo de música sertanejo universitário.
             Algum tempo atrás a palavra universitário, sugeria outra coisa, colocava o indivíduo numa posição e conceito ilibado, postura clássica, gostavam da nata da MPB. Entendiam suas letras subjetivas, (pai, afasta de mim este cálice (cale-se) inteligentes no que diz respeito a responder pergunta inesperadas, preparados, mesmo não sendo cdf.
          Ah gente, eu iria ficar muito triste se meus filhos gostassem desse estilo de música, que nos dão a entender, o por quê de tantos jovens desqualificados em suas profissões
             Mocidade bonita, porem sem conteúdo. Vai ficar o que quando amadurecerem? Observo os jovens mais próximos de mim, são calados em casa, mal humorados, mundinhos próprios.
              Entender que minha opinião não influi nem contribui, não impede de informa-la a quem quiser saber, tenho meu direito de expressão e usufruo dele, sabendo que os pontos de vista divergem. Isto é uma coisa muito boa! Embora seja radical em saber também que verdade só existe uma. Por exemplo: para mim, a música sertaneja é outra coisa, é cheiro de mato, capim crescendo, canto de pássaros, águas límpidas que correm em riachos, rios e cascatas, pantanal, rancho, terra, chão, aboio e boiada, cavalo baio, morena, cabocla, arado cortando o chão, flor, fruto, amor conquistado com bravura e recebido com ternura. Será que dar para notar a diferença?
                A expressão música sertaneja está vinculada a quem pelo convívio,  aprende a amar estas coisas e se inspirar  ao senti-las. E isso não é para todo mundo não, absolutamente.
              Devemos respeitar a idoneidade musical de Almir Sater, com seu estilo pantaneiro, Renato Teixeira, com sua voz inconfundível que fala do interior, dos imigrantes japoneses e suas plantações de arroz, o pé de araçá, depois da curva da estrada e da lida com terra de sua família, Chitãozinho e Xororó, com seus ricos clássicos, “nós somos assim como a flor e a raiz,” ’’Fio de cabelo,” ’’colcha de retalho”, e tantos outros talentos, que não podem se ofuscar por fraude.                     
                Que me desculpem esses rapazes, “meteoro da paixão”, e universitários, precisam comer muito feijão para se refinarem, já que alguns são músicos, em deixar para lá música de duplo sentido  e  de mau gosto. Ensinem as suas legiões  de  fãs  a terem bom gosto.

terça-feira, 5 de junho de 2012

VOLTAR AO ASSUNTO QUE SEMPRE PENSO

                                                             

 “Aonde vocês querem que estejam, seu pai e sua mãe estarão sempre com vocês.” “Se chover muito e vocês estiverem no colégio, subam para o último andar, porque eu ou seu pai os pegaremos como sempre” ... “Cuidado! Não aceitem confeitos, refrigerantes, nada de comer oferecidos por estranhos.”
         Repeti tantas vezes estas frases, fiz dessas frases um “mantra” em minha mente, e à medida que eu as repetia em minha mente não conseguia me sentir segura ou sem medo. Eu temia pelo que eu sinto hoje, exilada, cortada da minha querida “gang”, em que eu era chefinha, ao menos pensava que era! Assim como eu tinha o meu mantra, meus filhos poderiam ter o deles. A cabeça de todo mundo normal trabalha, eu só não sei onde nós, os pais são colocados.
           Tenho cachorrinhos, e sempre que os dou a alguém fico muito preocupada se eles serão bem cuidados, se eles vão se adaptar ao novo convívio e ambiente.
            Então como eu não poderia ter um amor superlativo por meus filhos?            
             Hoje eles já estão adultos, casados, cada um na sua, na sua mesmo! De alguma forma eu fiz algo de bom. Eles conseguiram romper o cordão umbilical em bem menos tempo que eu. Talvez eu ainda nem tenha conseguido.  Talvez isso também seja os motivos dos meus assuntos!
             Que bom que sejam mesmo diferentes de mim. Quando dizem que eles se parecem comigo, no meu íntimo eu sei que não são. As motivações diferem, o composto de atitudes e as respostas para vida não correspondem às minhas respostas. Não que estejam errados, mas os acho diferentes mesmo. É preciso que outras pessoas a quem queremos, queiram também sempre a mesma coisa concernente ao amor e à união.       
               Hoje, eu vejo que ter filhos não é só vedar tomadas elétricas, colocar redes de segurança nas janelas, ter cuidado com caçarolas com o cabo para fora do fogão para não acidentá-los, mas é ter a sensação que a vida e o mundo não têm sentido com a ausência dos filhos.
               Mas chegará o tempo, que isso passará também ou ficará dormente ou completamente adormecido, porque à medida que o tempo passa, as inquietações do coração, com suas exigências ,não farão jus mais ao nosso corpo, ao nosso vigor e o que ainda existe de jovem em nós. Então cedo ou tarde, agora estando mais para tarde, não como o cordão umbilical, mas algo visceral se romperá definitivamente, para felicidade de todos. Aqueles pequenos que aconselhei no começo continuarão existindo só para nós, os pais. Meu “mantra”, minhas orações mais calmas elevadas  a Deus continuarão inclusive por mim mesma. Exercer compreensão não é fácil, mas como pessoas civilizadas usemos de categoria como gente inteligente e que conhece seu lugar.



Meus filhos queridos, em nosso pequeno sítio e a última
cria de Dande e Lisbela, os cachorrinhos.

                

GENTE, NÃO É CLICHÊ!

                                                  
         Eu escrevo tantas coisas, não é? Mas à medida que eu escrevo eu leio também, vendo assim, que o universo humano é vasto.
          Por que será, meu Deus, que existe esta preocupação de encontrar seres de outros planetas? É tão difícil resolver os problemas do mundo, então como, podemos procurar os que não estão ao nosso alcance para resolvê-los?
          Escrevendo sobre mim ou pensado em alguém que conheço eu sinto e tenho emoções que me pesam, mas me fazem crer que ainda podemos usufruir momentos de alegria única ,que eu os guardo( já falei sobre isso ), e sinto até por não haver os fotografado. Quanto mas sinto estas coisas, eu expresso, e é bom, e que eu estou viva e me emocionando e vou encontrando palavras para expor pensamentos que talvez encham até o saco das pessoas, será que isto acontece? Tudo passa, meus amores.
         Existem muitas coisas que a gente descobre que não se adquirem, “caem do céu” para nós, independente da nossa vontade ou não. Algo que não podemos comprar, pedir emprestado, se empenhar arduamente por elas. 
         Descobri também que o interior( no fundo já sabia )das pessoas e o meu também, inclusive, é tão importante que chega ser imensurável. Como é bom estar perto de quem pode nos enriquecer o coração! Como já falei, me explico melhor por conhecer pessoas que fazem a diferença. Desafeto é erva daninha, nos mata em vida ou nos intoxica, não nos convém de forma alguma.  
        A verdade e a aceitação deve estar dentro de nós, ter raça, valorizar nosso “ pedegree”. Isso não é bom? Não é?     
          Quem estiver passando por alguma dor e estiver lendo o que eu escrevo, por favor lembre-se dos bons momentos que passaram, porque assim como eles, os maus momentos também passarão. Tudo passa! Não, não é clichê! Não é clichê, não é clichê e não é clichê!
Resolvermo-nos é tão importante quanto respirar. Pensar: o que eu sou? O que desejo e como eu quero ser? O quero fazer? O que já consegui fazer?
             Assim como tudo passa, as pessoas também estão incluídas nessa leva. As pessoas passam também e isso não é clichê, não é clichê, não é clichê!               As pessoas passam e é “preciso amá-las como se não houvesse amanhã”.  Lindo isso, não?!      

Um dos momentos,
atualmente bom foi no circo de Soleil,
o mundo da fantasia e de sonho.
Até ele passou!
      
                                   

UNIVERSO PARALELO / TEMA DO FILME EFEITO BOBOLETA


                                                                                        

                                         
      
                                                                            
     Eu nunca consegui aceitar teoria de Darwin, que o homem veio dos primatas e porque todos os primatas não se transformaram em pessoas nesse longo período de tempo. Nunca conheci alguém que tenha me dito: Clara, eu fui um macaco algum dia, evolui, agora estou aqui, este homem bonito, educado, civilizado. Isso não consta como absoluto nos anais da historia por mais que queiram levar a sério esta teoria, assim como toda teoria da evolução.Às vezes ouvia no colégio aulas sobre este assunto, intimamente eu sentia que era algo só para decorar pprova e que não me convinha acreditar.
Agora, surgiu a física quântica.
     Eu já ouvi e li algumas coisas sobre essa nova teoria e não consegui digerir esta nova face da ciência. A física quântica tem influenciado escritores, artistas, diretores  de filmes, produtores, e as religiões também. Alguns espiritualistas acreditam que as partículas elétricas se multiplicam em algum lugar me originando em algum lugar, em outra parte do mundo idêntica a mim que não sou eu.
    Estou me achando idiota falando disso! Este assunto é  nata, hoje, da ciência, é o desafio da matéria. Quem sou eu para falar sobre isto?  Só sei que particularmente eu não acredito que um “dèja vú” venha se concretizar.  Não é confuso? O pai dessa teoria  MAX PLANCK abriu um leque para uma vasta progressão da ficção, coisas que não conseguimos explicar, a física quântica explica sobrenaturalmente.Será que isto tem a ver com os artistas e poderosos que morrem por ter vontade testamental, estão mandando suas cinzas encapsuladas para o espaço? 
    A ciência sempre foi difícil de entender, mas uma coisa é certa: quando a ciência se faz presente em prol da humanidade, como na saúde, tecnologia, ambientação, ou como queira, ecologia, é fácil decidirmos  em aprovar ou desaprovar, ou ainda como no caso , no meu caso, continuar ignorante. Mas tendo certeza que eu sou uma única criatura de Deus, eu sou exclusiva criatura de Deus. Nisto eu creio! Eu não tenho uma vida paralela. Minhas imperfeições, as características que herdei  dos meus pais, dos avós, dos meus bisavós, minhas digitais, meu DNA que define meu perfil, o que sou, um exemplar da figura humana.
   Calo-me, quanto ao “túnel do tempo”, é demais para meu simples entendimento, mas acredito que esta sofisticada parte da ciência será como a ufologia, nunca haverá nada de explícito, concreto e claro sobre o assunto e se tornará uma parte da ciência que será a mesma coisa que alcançar o vento. É assim que eu penso.



                             Eu só posso concluir que nada

                            evoluiu sem a minha ajuda, não

                            vi nada se transformando, e sim

                            se reproduzindo no meu jardim.








                                         CLARA3AMORES